Estudo revela que jovens portugueses procuram evitar o acesso ao crédito

Quando inquiridos sobre o financiamento do seu próximo automóvel, os jovens portugueses são os que apresentam um maior cepticismo em relação ao crédito. 65% afirma que recorreria a todos os meios para evitá-lo e, apenas, 5% dos jovens admite que recorreria sempre ao crédito. São valores revelados no Caderno Automóvel do Observador Cetelem 2011. Em Portugal, dois terços dos jovens afirmam que tencionam recorrer a todos os meios possíveis (empréstimo familiar, poupança) para evitar o crédito, sendo essa proporção de apenas metade entre os indivíduos com mais de 50 anos. No entanto, para Conceição Caldeira Silva, responsável pelo Observador Cetelem em Portugal, «as perspectivas não são muito animadoras, sobretudo se tivermos em conta que os meios actualmente utilizados na compra de automóveis são, em proporções idênticas, o crédito e o pagamento a pronto». Igualmente afectados pela crise, os vizinhos espanhóis não seguem a mesma tendência: O crédito continua a ter uma boa...

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Conselhos para comprar carros usados

O ramo automóvel tem registado quedas significativas nos últimos trimestres, mas um segmento se evidencia de todos os outros ao contrariar aquela tendência de queda com ganhos que não se verificavam há várias décadas, o sector dos carros em segunda mão. É nesta área, na qual se verificam os escassos ganhos (comparativamente a anos anteriores) de um sector que já conheceu dias bastante melhores em Portugal. Face a este novo paradigma, surgem agora com maior frequência questões relativamente a aspectos fundamentais para quem escolhe esta alternativa à compra de veículos, tanto entre quem já os adquiriu desta forma e tenha eventualmente sido enganado, como entre os potenciais clientes que recorram a esta opção pela primeira vez. Por isso, é bastante natural que em ambos os casos as dúvidas coincidam, sendo, portanto, importante frisar alguns dados quanto a este assunto. Desvalorização é um factor determinante A taxa de desvalorização de um carro após a...

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Saiba calcular o preço de veículos usados

Não está fácil distribuir adequadamente o orçamento pelo que é necessário e cada vez se tornará mais complicado, pelo menos nos próximos anos, e isto se o Governo seguinte for capaz de anular o que os anteriores têm vindo a (não) fazer. Por isso, também o sector automóvel sofre quebras acentuadas, sobretudo em Portugal, a nação europeia com a maior percentagem de impostos cobrados a esta indústria e ao seu ramo comercial. Face a esta realidade nada próspera, há que encontrar soluções e uma que tem ganho preferência no nosso país é a aquisição de veículos usados, prática comum nos dias de hoje e para muitas pessoas a única forma de possuírem automóvel privado. Contudo, as precauções neste género de transacções devem ser acrescidas, sendo de toda a utilidade facultar algumas dicas com vista a evitar que saia prejudicado no negócio. Um dos grandes obstáculos na compra de carro em segunda mão...

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Não se deixe enganar no crédito

Faça simulações em vários bancos, cuidado com os seguros extra exigidos no leasing e evite o crédito dos stands: cobram comissões Depois de procurar e encontrar o carro usado que vai de encontro às suas necessidades, é provável que no stand lhe façam um proposta de financiamento, seja ela crédito automóvel, leasing ou ALD. Convém no entanto negociar em detalhe e não ceder nunca na primeira oferta. Como alternativa visite mais do que uma instituição de crédito, com prioridade para o seu banco habitual e faça várias simulações online ou peça-as directamente nessas instituições que visitar. Os stands são intermediários no financiamento e ganham sempre uma comissão sobre os créditos contratados. Por regras, as taxas propostas são mais elevadas do que quando solicitadas directamente nas instituições financeiras. Além disso, se recorrer ao seu banco, pode usufruir de outros produtos que tenha em carteira para baixar a sua taxa....

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Garantia Carros usados

Se chegou a este artigo, eventualmente é porque está a pensar comprar um carro usado. Saiba que todos os carros usados comprados a stands têm 2 anos de garantia. Este facto é reforçado pela Deco, num dossier a publicar na revista «Proteste» de Março. Esta garantia pode reduzir apenas para um ano (e nunca menos), mas só por acordo entre o vendedor e comprador. Muitos stands optam por baixar o preço se o comprador abdicar de um ano de garantia. Nos negócios entre particulares são mais arriscados, pois não existe garantia. No entanto continua a haver alguma protecção: durante os 6 meses seguintes à entrega do automóvel, pode provar que este não tem as características anunciadas para exigir a reparação ou conseguir a anulação do contrato. A Deco alerta ainda para algumas situações que são ilegais e que não deve aceitar de forma alguma. Além de reduzirem o prazo, vários stands excluem da...

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Preço é critério fundamental para escolha do carro

35% dos jovens europeus com menos de 30 anos afirmam ainda ponderar na sua decisão de compra automóvel os custos relativos à utilização do veículo (combustível, manutenção, seguro) e 27% apontam a segurança como um dos factores de escolha. Já entre os indivíduos com mais de 50 anos, a segurança é o segundo critério a ter em conta para 45% dos inquiridos, enquanto os custos de utilização são importantes para 38%. Tanto para os indivíduos com menos de 30 anos, como para os com mais de 50 o preço é o factor mais importante, com uma percentagem de 62% para ambos. O estilo e o design do carro representam para os jovens o quarto critério mais importante no momento da compra, figurando apenas na décima terceira posição para a população com mais de 50 anos. Se excluirmos o critério “quilometragem”, apenas relevante para os veículos usados e que reflecte a eterna...

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