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	<title>Crédito Automóvel</title>
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	<description>Tudo sobre as várias opções de financiamento automóvel</description>
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		<title>MINI Relax, Campanha de Financiamento para clientes Frotistas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 13:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
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		<description><![CDATA[A MINI Financial Services e a MINI Portugal acabam de lançar a Campanha MINI Relax, uma clara aposta relativamente ao mercado de clientes frotistas. A campanha MINI Relax consiste numa redução significativa do valor da renda, unicamente para clientes Empresa que contratem um Contrato de Manutenção Basic, Extra, Total ou Premium. A campanha é válida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A MINI Financial Services e a MINI Portugal acabam de lançar a Campanha MINI Relax, uma clara aposta relativamente ao mercado de clientes frotistas.</p>
<p>A campanha MINI Relax consiste numa redução significativa do valor da renda, unicamente para clientes Empresa que contratem um Contrato de Manutenção Basic, Extra, Total ou Premium.</p>
<p>A campanha é válida em todos os produtos financeiros da MINI Financial Services e para os modelos MINI Countryman One D, MINI Countryman Cooper D e MINI Countryman Cooper D Auto, estando disponível para propostas aprovadas até 31 de Maio do corrente ano.</p>
<p>Com esta Campanha, a MINI Financial Services aumenta o leque de soluções de financiamento e serviços para as empresas que procuram reforçar a sua frota automóvel com a irreverência da marca MINI e a flexibilidade de soluções da MINI Financial Services.</p>
<p>O PVP dos mesmos varia consoante o prazo e o número de quilómetros. Assumindo o mínimo de 24 meses/20.000Km, os PVP’s (valor com IVA) são: MINI Basic Protection: 295€; MINI Extra Protection: 390€; MINI Total Protection: 490€; e MINI Premium Protection: 650€.</p>
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		<title>Factoring de exportação cresce acima da Balança Comercial portuguesa</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2013 23:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Factoring]]></category>
		<category><![CDATA[Leasing]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano de 2012 ficou marcado pela crise e quebras no investimento e na actividade económica em geral. Por um lado, o encerramento de empresas, diminuição de colaboradores e aumento da tributação fiscal resultou em fortes quedas no investimento e em particular na queda na venda de viaturas novas em Portugal, mas por outro lado, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2012 ficou marcado pela crise e quebras no investimento e na actividade económica em geral. Por um lado, o encerramento de empresas, diminuição de colaboradores e aumento da tributação fiscal resultou em fortes quedas no investimento e em particular na queda na venda de viaturas novas em Portugal, mas por outro lado, a conjuntura actual criou oportunidades de negócio no exterior às empresas portuguesas.</p>
<p>Perante este cenário, tanto o Leasing como o Renting verificaram diminuições de produção em termos absolutos, embora a análise ao longo do ano seja heterogénea. Já em relação ao Factoring, é de sublinhar o crescimento sustentado do Factoring para exportação, que em 2012 aumentou 19,9% em Portugal.</p>
<p>Os créditos tomados em exportação cresceram mesmo a uma taxa bastante superior à registada nas exportações, tendo sido responsável pela gestão de cobranças de uma crescente percentagem das trocas comerciais com o exterior. Assim, apesar da crise que assola a Europa, os créditos tomados neste segmento para exportação subiram para os 2.118,7 milhões de euros, ao invés do factoring nacional que registou um decréscimo de 16,7%, correspondendo a um total de créditos tomados de 22.948,1 milhões de euros.</p>
<p>O Renting registou, em 2012, uma diminuição de 41,8%, tendo sido no entanto responsável pela aquisição de cerca de 16,7% das viaturas ligeiras novas, vendidas em Portugal.</p>
<p>O Leasing registou um decréscimo de 38,1%, sendo de assinalar que foi responsável por cerca de 62% das viaturas pesadas adquiridas em 2012.</p>
<p>Embora se registem estas quebras de produção, o Renting e o Leasing afiguram-se como dos poucos instrumentos disponíveis de apoio às empresas nacionais envolvidas na oferta automóvel, gozando de grande conhecimento e divulgação junto das empresas, que cada vez são mais criteriosas nas suas escolhas.</p>
<p>“O aumento de eficiência e operacionalidade que o Renting permite na gestão automóvel e a simplicidade e baixas taxas de juro que o Leasing oferece no investimento mobiliário e imobiliário, permitem que sejam sempre equacionados pelas empresas que, igualmente, sabem que, quer em crise, quer em expansão, contam sempre com o Leasing e o Renting para as apoiar”, de acordo com José Beja Amaro, Presidente da ALF, acrescentando que “é com agrado que constatamos o impulso e o apoio que o Factoring tem vindo a dar às exportações nacionais, que cresceu mesmo em tempos de crise e de dificuldades de acesso ao crédito.”</p>
<p>Desafios para 2013<br />
Para além da conjuntura económica negativa, tem-se verificado um aumento dos entraves burocráticos criados por algumas entidades públicas que continuam a não entender a importância do Leasing e do seu potencial contributo para o crescimento do investimento produtivo em bens transaccionáveis. Também o reduzido conhecimento do Factoring e do Renting por parte destas mesmas entidades obsta a que a sua utilização seja mais intensa por parte do mercado.</p>
<p>Assim, a ALF irá continuar este ano o trabalho já realizado em 2012 para que em colaboração com todas as entidades públicas, se tente ultrapassar estas situações dinamizando o mercado e intensificando o conhecimento do produto por parte do Estado e das empresas.</p>
<p>Este crescimento contribuirá, sem dúvida, para que a economia possa crescer de forma mais sustentada e para que as empresas se possam reequipar e assim melhor resistir aos desafios de desenvolvimento tecnológico exigíveis para os próximos anos.</p>
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		<title>Crédito automóvel sem sobreendividamento</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2013 00:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[informação]]></category>
		<category><![CDATA[amortização]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito Automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[sobreendividamento]]></category>

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		<description><![CDATA[O incumprimento dos deveres assumidos nos contractos de financiamento disparou para os dois dígitos em Portugal, cenário deveras alarmante que força inevitavelmente a investigação do problema para se descobrirem as suas causas. Por isso, conhecer algumas das conclusões a que se chegaram no que concerne a esse particular é algo importante, esteja o leitor apenas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O incumprimento dos deveres assumidos nos contractos de financiamento disparou para os dois dígitos em Portugal, cenário deveras alarmante que força inevitavelmente a investigação do problema para se descobrirem as suas causas. Por isso, conhecer algumas das conclusões a que se chegaram no que concerne a esse particular é algo importante, esteja o leitor apenas a considerar um empréstimo ou a reavaliar o que eventualmente já possua. Assim, e sendo este um sítio web dedicado à temática credora na óptica dos veículos, referimos de seguida quatro dicas essenciais para subscrever um crédito automóvel sem sobreendividamento.</p>
<p><strong>Restrinja-se desde logo a um limite</strong><br />
Antes de mais deve saber exactamente a quantia máxima disponível, ou seja, o valor concreto de que pode usufruir sem comprometer a sua estabilidade financeira, habitualmente abalada se os empréstimos pesarem mais de 30 por cento nas despesas mensais. Tenha em atenção vários aspectos como a prevenção e a previsão, isto é, não recorra ao seu “fundo de emergência” nem tão pouco às suas poupanças simplesmente para adquirir um novo veículo e estabeleça o montante máximo traçando probabilidades de cenários que pode vir a enfrentar no futuro. Não ceda à tentação de aumentar artificialmente o seu poder de compra ao gastar o dinheiro que deve ser a sua “almofada de segurança” e antecipe contingências como a perda de emprego ou a redução súbita dos seus rendimentos. Acautele-se e não arrisque demasiado em algo que não merece a sujeição a esse perigo adicional.</p>
<p><strong>Olhe o financiamento numa visão global</strong><br />
Ao contrário do que porventura se pensa, os empréstimos têm de ser avaliados atendendo ao montante total imputado ao consumidor (MTIC) e não ao valor das mensalidades. Prestações menores não significam um custo absoluto mais reduzido, a não ser que as taxas de juro sejam efectivamente mais pequenas, algo que raramente acontece. Estude (sempre) as propostas ao seu dispor com respeito ao corrente aspecto e verá a realidade dos financiamentos.</p>
<p><strong>Dê entrada inicial e pondere amortizações</strong><br />
Realize esforços para conseguir entrar com um “sinal” no início do contracto e sirva-se desse facto aquando da negociação dos termos do acordo. O financiamento será tanto mais acessível quanto menor for a importância solicitada, e sobre a qual incidem os juros, pelo que valerá a pena economizar nos meses prévios à requisição do empréstimo. Durante a vigência deste convém ainda encarar a possibilidade de completar amortizações de capital (certifique-se das condições antes de firmar a subscrição) para que tenha um crédito automóvel sem sobreendividamento.</p>
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		<title>O que evitar no crédito automóvel</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 21:41:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[carros de luxo]]></category>
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		<description><![CDATA[Actualmente existe uma vasta panóplia de alternativas de financiamento no mercado nacional e só por mero descuido os interessados em subscreverem um produto desta natureza irão optar pela menos vantajosa. Contudo, mesmo prestando atenção nem sempre é fácil separar as boas das más propostas, logo, há que manter os níveis de alerta elevados e tomar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Actualmente existe uma vasta panóplia de alternativas de financiamento no mercado nacional e só por mero descuido os interessados em subscreverem um produto desta natureza irão optar pela menos vantajosa. Contudo, mesmo prestando atenção nem sempre é fácil separar as boas das más propostas, logo, há que manter os níveis de alerta elevados e tomar em linha de conta algumas dicas no sentido de se prevenirem os ditos descuidos. Por isso, realçamos agora quatro desses conselhos para que saiba o que evitar no crédito automóvel.</p>
<p><strong>Carros de luxo</strong><br />
Já todos nós tivemos o impulso de comprar aquele (aparentemente) extraordinário veículo da publicidade “y” ou da revista “z”, no entanto, o que importa verdadeiramente numa viatura, e sobretudo quando não se tem capacidade financeira de a adquirir a pronto pagamento, é a sua utilidade futura e o seu custo/benefício. Assim, e por muito que deseje um determinado carro, não ceda à tentação de se empenhar na compra de uma marca sonante ou de um modelo recente se tal não se justificar. Hoje em dia os automóveis desvalorizam-se rapidamente e todos os anos surgem novas gamas, portanto, decorridos os primeiros meses só resta a sua utilidade (e a prestação a liquidar), razão pela qual este deve ser o aspecto principal a guiar a sua decisão.</p>
<p><strong>Prazos de reembolso alargados</strong><br />
A melhor escolha para restituir o valor do empréstimo contraído é o curto prazo. Embora os créditos com as mensalidades mais baixas sejam habitualmente mais longos, a verdade é que, feitas as contas, o montante total imputado ao consumidor (MTIC) é consideravelmente mais elevado nos financiamentos de longo termo, dado que os juros incidem sobre mais prestações. Recomenda-se, por isso, um reembolso a três ou quatro anos, a não ser que consiga óptimas condições ao nível dos encargos. Avalie as suas alternativas e calcule os gastos absolutos.<br />
<strong><br />
Créditos rápidos</strong><br />
Podem até ser uma boa (ou a única) hipótese em casos particulares mas dificilmente o serão na generalidade das situações, sobretudo devido aos custos usualmente menos atractivos em comparação com outras vias de financiamento. No entanto, não perderá nada ao solicitar uma simulação para o seu crédito automóvel, antes pelo contrário. No pior dos cenários limita-se a gastar uns minutos ao simular o empréstimo e no melhor encontra a proposta mais vantajosa de financiamento.</p>
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		<title>Volkswagen abre banco em Portugal</title>
		<link>http://www.ocreditoautomovel.com/volkswagen-abre-banco-em-portugal/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Dec 2012 17:57:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O grupo Volkswagen acaba de lançar um banco em Portugal. O Volkswagen Bank é uma subsidiária totalmente detida pela Volkswagen Financial Services. «O Volkswagen Bank irá dedicar-se em exclusivo ao apoio financeiro das marcas do Grupo Volkswagen, focando a sua atividade nas necessidades específicas de cada marca e dando o suporte necessário à sua alavancagem, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo Volkswagen acaba de lançar um banco em Portugal. O Volkswagen Bank é uma subsidiária totalmente detida pela Volkswagen Financial Services.</p>
<p>«O Volkswagen Bank irá dedicar-se em exclusivo ao apoio financeiro das marcas do Grupo Volkswagen, focando a sua atividade nas necessidades específicas de cada marca e dando o suporte necessário à sua alavancagem, neste que é um momento particularmente complexo do mercado em geral e do mercado automóvel em particular», refere o grupo em comunicado.</p>
<p>A entrada do Volkswagen Bank em Portugal «conta com a estreita colaboração» do importador SIVA (representante das Marcas Volkswagen, Audi e Skoda) e da SEAT Portugal.</p>
<p>O objetivo é «disponibilizar uma oferta atrativa e inovadora de produtos financeiros e serviços, tanto no apoio aos concessionários como no financiamento direto ao consumidor final».</p>
<p>A entrada do novo banco em Portugal materializou-se através da constituição de uma sucursal em Portugal, no primeiro semestre de 2012 e «o primeiro produto lançado no nosso país visou o financiamento dos stocks dos seus concessionários, permitindo-lhes disporem de alternativas de financiamento e não perderem capacidade competitiva».</p>
<p>No apoio direto ao consumidor final, o Volkswagen Bank irá colocar ao dispor dos clientes múltiplas soluções de financiamento, seguros e serviços adicionais, tanto em termos de crédito tradicional, como de <a href="http://www.ocreditoautomovel.com/leasing/" title="Leasing">leasing</a> e <a href="http://www.ocreditoautomovel.com/ald/" title="ALD">aluguer de longa duração</a> (ALD).</p>
<p>No mercado português, os produtos da nova entidade bancária serão disponibilizados através dos concessionários oficiais, distribuídos por Portugal Continental e Ilhas.</p>
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		<title>Crédito automóvel: seguros contratáveis</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 00:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>

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		<description><![CDATA[O acelerado desenvolvimento operado no sector automotor tem levado à necessidade de criar mecanismos de ordem diversa ao longo dos anos, tanto na óptica da regulação como da precaução. Uma dessas criações é o seguro automóvel, serviço obrigatório que visa assegurar a compensação por danos materiais e corporais resultantes de acidentes de viação. A questão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O acelerado desenvolvimento operado no sector automotor tem levado à necessidade de criar mecanismos de ordem diversa ao longo dos anos, tanto na óptica da regulação como da precaução. Uma dessas criações é o seguro automóvel, serviço obrigatório que visa assegurar a compensação por danos materiais e corporais resultantes de acidentes de viação.</p>
<p>A questão dos seguros é fundamental quando se possui uma viatura mas há igualmente que ter a noção de que ao comprar carro, nomeadamente com recurso ao crédito automóvel, é necessário já haver um seguro subscrito, mesmo que temporário, pois a circulação de veículos motorizados na via pública implica a detenção de pelo menos a cobertura mínima exigida por lei, o seguro de responsabilidade civil.</p>
<p><strong>Seguro obrigatório</strong><br />
Os parâmetros legais exigem, assim, que veículos novos e usados adquiridos directamente a particulares ou a estabelecimentos comerciais só poderão (re)iniciar quilometragem se afectos a uma apólice seguradora. Quer isto dizer que o comprador deve previamente escolher o seu seguro ou aceitar uma das alternativas oferecidas pelo vendedor nos casos em que tal sucede, embora se recomende a escolha de um contrato meramente transitório que deverá entretanto ser substituído por uma apólice duradoura e seleccionada cautelosamente.</p>
<p>O seguro obrigatório de responsabilidade civil prevê indemnizações por danos corporais e materiais dos ocupantes do veículo acidentado (excepto o condutor) e terceiros envolvidos na ocorrência, até ao valor monetário limite acordado, podendo as coberturas serem estendidas a outras modalidades opcionais.</p>
<p><strong>Seguro de coberturas facultativas </strong><br />
Para quem tenha uma condição financeira mais estável ou não goste de arriscar existe sempre a possibilidade de complementar o seguro obrigatório com protecções adicionais que por vezes até representam um excelente custo/benefício e podem vir a ser-lhe bastante úteis numa eventual adversidade futura. Por isso, vale a pena considerar o cenário da sua contratação.</p>
<p>Ao nível das apólices mais avançadas há a protecção ao condutor, assistência em viagem e o seguro contra todos os riscos, nenhuma destas incluídas nos pacotes seguradores básicos. No entanto, e apesar de as duas primeiras coberturas extra serem aconselhadas caso tenha ocasião de as suportar economicamente, a terceira é apresentada com uma expressão potencialmente enganosa, dado que o “seguro contra todos os riscos” não protege efectivamente contra todos os riscos mas sim contra imprevistos não resguardados pelas demais apólices.</p>
<p>Nos denominados seguros contra todos os riscos estão disponíveis as salvaguardas de danos próprios (viatura e/ou condutor), quebra de vidros, furto ou roubo, incêndio, raio e explosão, choque, colisão e capotamento.</p>
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		<title>Questões determinantes num crédito automóvel</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 00:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entrada]]></category>

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		<description><![CDATA[Num momento particularmente difícil das economias familiares é ainda mais crucial saber ao que olhar em cada assunto para se estar ciente das implicações de todas as nossas acções, seja qual for a área ou dimensão das mesmas. Por isso, manter-se informado relativamente ao que nos diz (ou pode dizer) directa ou indirectamente respeito é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Num momento particularmente difícil das economias familiares é ainda mais crucial saber ao que olhar em cada assunto para se estar ciente das implicações de todas as nossas acções, seja qual for a área ou dimensão das mesmas. Por isso, manter-se informado relativamente ao que nos diz (ou pode dizer) directa ou indirectamente respeito é fundamental.</p>
<p>Os contractos são dos melhores exemplos para ilustrar o cuidado e conhecimento necessários se deles desejamos retirar máximo partido sem prejuízo próprio. No entanto, a sua natureza é vasta, podendo oscilar bastante consoante a finalidade e agentes envolvidos, razão pela qual focamos no corrente texto a atenção nas especificidades associadas ao tema central do nosso site, o financiamento de viaturas, através do sublinhar de algumas das questões determinantes num crédito automóvel.</p>
<p><strong>Peso dos créditos subscritos</strong><br />
Antes de iniciar a pesquisa das vias de empréstimo ao seu dispor limite desde logo o montante limite do financiamento para que tenha desde princípio um valor que não pode ultrapassar. O ideal será que os gastos absolutos com créditos (se possuir mais do que um) sejam inferiores a 30% do seu rendimento líquido mensal, pois a esta despesa outras de ordem quotidiana terão de ser adicionadas, sendo o cálculo de todos os gastos um exercício vital para assegurar saldo financeiro positivo ao final do mês. Assim, manter o peso dos créditos subscritos abaixo da percentagem referida é essencial, embora nada signifique se os demais gastos não forem igualmente controlados.</p>
<p><strong>Alternativas disponíveis</strong><br />
Estabelecida a quantia máxima para o financiamento em causa deve realizar tantas simulações quantas lhe for possível. Recorra aos simuladores online de cada entidade e aos simuladores comparativos que fornecem uma visão geral das propostas de cada instituição para um dado empréstimo mas não se esqueça de solicitar também simulações junto dos balcões e agentes autorizados das empresas do sector. O que importa é reunir uma boa variedade de eventuais hipóteses para na fase seguinte se analisarem pormenorizadamente. </p>
<p><strong>Condições de adesão</strong><br />
Verifique sempre os pressupostos ligados a cada um dos créditos e assinale as diferenças que considere relevantes. Esta simples, porém, tão imprescindível tarefa irá certamente facilitar-lhe a comparação posterior e tornar substancialmente mais claras as vantagens e desvantagens das possibilidades ao seu alcance. </p>
<p><strong>Entrada inicial</strong><br />
Quanto maior for o crédito maior deverá ser o montante dado como sinal ao credor. Contudo, nunca, em circunstância alguma, transfira dinheiro sem antes ter recebido a quantia solicitada na sua conta. Primeiro a verba atribuída deve estar ao seu dispor e só então deve dar a entrada inicial e encetar a liquidação das prestações.</p>
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		<title>Cuidados na hora de escolher o crédito automóvel</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Dec 2012 00:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[taxas]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrar o carro ideal é uma missão importante mas ainda mais crucial é descobrir a maneira adequada de o comprar. E se em alguns cenários é possível adquiri-lo sem grandes esforços, outros há em que o empréstimo é a única hipótese. Por isso, saber negociar com os potenciais credores é fundamental, assim como vital é [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrar o carro ideal é uma missão importante mas ainda mais crucial é descobrir a maneira adequada de o comprar. E se em alguns cenários é possível adquiri-lo sem grandes esforços, outros há em que o empréstimo é a única hipótese. Por isso, saber negociar com os potenciais credores é fundamental, assim como vital é ter em mente uma série de cuidados na hora de escolher o crédito automóvel, duas ferramentas de incalculável valor, das quais passamos a frisar princípios elementares que podem fazer toda a diferença para um negócio vantajoso.</p>
<p><strong>Não aceite “às cegas” o crédito oferecido pelo vendedor</strong><br />
Os stands facultam muitas vezes a oportunidade de realizar consigo um crédito supostamente melhor do que se recorresse aos habituais meios de financiamento por sua conta e risco, no entanto, os custos associados a tal operação nem sempre são os mais reduzidos, podendo variar consideravelmente de acordo com o tipo de ligação estabelecida entre o vendedor e a entidade credora. Sendo que na maioria das situações o stand ganha comissões por contracto assinado, o montante total imputado ao cliente (MTIC) acaba por ser ligeiramente elevado e são raros os casos em que lhe compensa enveredar pela corrente alternativa. Ainda assim, não deixe de analisar a proposta que eventualmente lhe seja apresentada. </p>
<p><strong>Analise as vantagens da unificação de serviços</strong><br />
É bastante provável que obtenha um bom negócio se pedir o crédito automóvel ao seu banco do costume ou à instituição na qual já possua outros produtos e serviços. Manter subscritos, na mesma empresa, diversos préstimos, resulta num forte argumento de negociação que pode (e deve) ser usado tendo em vista alterar as condições possíveis no acordo de financiamento. Aspectos como os juros, comissões e amortizações são exemplos dessa flexibilidade, embora haja ocasião de fazer oscilar outros idênticos com a mesma intenção.</p>
<p><strong>Determine os custos das taxas fixas e variáveis</strong><br />
Actualmente recomenda-se a escolha de uma taxa de juro fixa para o crédito automóvel com prazo de reembolso inferior a cinco anos e variável para os demais. Contudo, a sugestão irá, naturalmente, depender não só do montante requerido como também dos pressupostos inscritos no contracto em específico. Significa isto que as propostas estão longe de serem uniformes, cabendo ao cliente em busca do melhor financiamento comparar atentamente todas as opções ao seu alcance. Nesse sentido, faça pesquisas de mercado e simulações, recolhendo dessa forma os elementos necessários para tomar uma decisão informada.</p>
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		<title>O crédito automóvel e o divórcio</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2012 23:39:24 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Não. Não se trata do título de uma novela melodramática de fim de tarde mas de uma questão cada vez mais pertinente na sociedade portuguesa. Depois de um processo de divórcio como se resolve o crédito automóvel subscrito e ainda não inteiramente pago? Quem fica em posse do veículo? Como se tratam os gastos a este respeitantes e até aí liquidados?<br />
São muitas as perguntas relativas a bens adquiridos que se colocam no momento da separação de cônjuges e nenhuma delas é simples de responder, sobretudo nos casos litigiosos. Contudo, os tribunais existem para essas situações mais conturbadas, pelo que iremos focar o corrente artigo nas formas amigáveis de solucionar um único problema: o financiamento da viatura.</p>
<p><strong>Quem fica com o carro?</strong><br />
O ponto de partida da negociação terá invariavelmente de ser a pergunta “quem fica com o carro?” Tudo o resto dependerá da resposta a essa questão. Isto porque competirá ao cônjuge naquela posição continuar a liquidar as mensalidades do financiamento e ao que abdicou do automóvel receber parte do montante entregue até à data.</p>
<p><strong>Quem paga o quê?</strong><br />
Encontrada resposta à interrogação inicial está desde logo esclarecido que o cônjuge para o qual passará a propriedade única da viatura terá de assumir as prestações do crédito a decorrer mas restará ainda decidir que parte da verba entretanto paga em conjunto deve ser reembolsada a quem não fique com o veículo. Dado que ambos terão usufruído do carro é perfeitamente justo que não seja restituída metade da quantia gasta com as suas despesas, no entanto, há que compensar quem dele renunciou num valor a que as duas partes devem chegar em consenso, preferencialmente na sequência da coerente e imparcial avaliação da utilização que foi feita do automóvel durante o tempo em que pertenceu aos bens do casal.</p>
<p><strong>Ninguém quer o carro</strong><br />
Se porventura nenhum dos cônjuges quiser ficar com o veículo, a opção é vendê-lo e liquidar o capital em dívida com o montante encaixado na transacção. Porém, certifique-se que não sai prejudicado, uma vez que terá de reflectir no preço final todos os eventuais custos associados à amortização do financiamento e outras despesas ligadas à transferência de propriedade da viatura para o seu novo dono, além, obviamente, da necessidade de conciliação desses gastos com o valor comercial do próprio automóvel. Calcule ao detalhe cada um destes parâmetros e faça um bom negócio.</p>
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		<title>Negociar o crédito automóvel</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 23:04:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Atendendo ao conturbado momento da economia nacional é vital que o cliente investido na compra de um certo produto ou serviço esteja devidamente informado para que faça a escolha mais acertada para si. É importante haver uma noção da realidade e ter-se em conta esse facto na altura de se fechar um negócio, seja ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Atendendo ao conturbado momento da economia nacional é vital que o cliente investido na compra de um certo produto ou serviço esteja devidamente informado para que faça a escolha mais acertada para si. É importante haver uma noção da realidade e ter-se em conta esse facto na altura de se fechar um negócio, seja ele em que ramo for.</p>
<p>Um dos sectores em que a atitude de consumo supra descrita assume especial relevância é nos empréstimos, algo facilmente justificável (e compreensível) quando se olha às implicações de subscrever um compromisso desta natureza. Por isso, vale a pena frisar alguns apontamentos nesse sentido, mesmo que boa parte deles já sejam conhecidos, pois nunca é demais chamar a atenção para aspectos com esse grau de utilidade.</p>
<p>O crédito automóvel é porventura dos melhores exemplos que se podem citar relativamente ao quão importante é manter-se informado sobre os assuntos ligados ao financiamento, já que é o tipo de crédito mais solicitado e concedido em Portugal além do crédito ao consumo e do crédito habitação. Assim, escrutinar as particularidades inerentes aos seus trâmites contratuais permitirá retirar elações bastante úteis para se conseguir negociar o crédito automóvel e todo aquele financiamento regido por critérios semelhantes.</p>
<p><strong>Ceder pode ser a chave do sucesso</strong><br />
A primeira interrogação que deve colocar a si mesmo é até que ponto está disposto a ceder para obter o melhor negócio possível, ou seja, o que não se importa de abdicar caso tal resulte num contracto mais vantajoso. Há determinadas cedências que podem descer o custo final a suportar e isso terá de ser analisado pelos eventuais futuros benefícios.</p>
<p><strong>Taxas de juro fixas ou variáveis</strong><br />
Em tempo de crise é sempre bom existir alguma segurança no que concerne aos gastos e a única forma de o garantir nos empréstimos é através das taxas de juro fixas. No entanto, essa opção é usualmente mais dispendiosa em termos absolutos, isto é, enquanto os financiamentos indexados a taxa de juro variável oscilam mediante as condições do mercado, tanto para cima como para baixo, um crédito a taxa de juro fixa mantém-se inalterado independentemente das ocorrências externas. Por isso, avalie os prós e contras de cada uma destas hipóteses de acordo com a situação que lhe dê mais confiança: se for avesso ao risco escolha os juros fixos; se estiver disposto a enfrentar a (regulada) incerteza em prol de mensalidades mais reduzidas prefira os juros variáveis.</p>
<p><strong>Qual é o segredo?</strong><br />
Existem diversas estratégias para se conseguir um financiamento interessante e as duas que acabam de ser mencionadas são apenas uma ínfima parte desse amplo conjunto. O verdadeiro segredo para negociar o crédito automóvel e obter um contrato proveitoso a longo prazo é ter consciência dos aspectos fundamentais envolvidos neste género de acordos e da importância de ceder em alguns pontos tendo em vista melhorar as condições gerais do empréstimo.</p>
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