Lembre-se de verificar os seus pneus antes de ir de férias

Com o período de férias prestes a começar, a Continental aconselha vivamente todos os condutores a examinar cuidadosamente os seus pneus – não apenas verificando a profundidade do piso, mas também procurando quaisquer danos que possam ter ocorrido no piso ou na parede lateral. Estes danos podem ser fendas nas saliências do pneu ou bolhas na sua parte lateral. "O Inverno longo teve consequências negativas nas superfícies das estradas, o que exige um esforço adicional dos pneus" alertou Eugen Geyer, especialista em pneus que trabalha no departamento de Apoio a Clientes da Continental. "Por conseguinte, os condutores devem, neste período, analisar com particular cuidado os seus pneus e, em caso de dúvida, consultar um perito na loja de pneus ou oficina especializada". A melhor forma de verificar a profundidade do piso – que deve ter pelo menos três milímetros – é introduzir uma moeda de um euro entre os blocos do...

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Seguro auto mais barato: cuidado com os acidentes

A grande multiplicidade de empresas que actuam no mercado dos seguros permite que seja possível obter os melhores negócios aos preços mais acessíveis. Contudo, isso só acontece com um pouco de esforço, conseguido através da realização de uma correcta pesquisa de mercado, pois embora as seguradoras sejam inúmeras, há que ponderar as alternativas existentes para escolher de entre a mais adequada. O grande número de empresas a concorrer pelos clientes é em si uma boa vantagem para que se conquistem boas apólices, mas apenas uma parte dessa tarefa. Uma ideia importante a reter, para complementar correctamente a prospecção de mercado, passa por ter em conta os diversos factores que pesam no valor do prémio do seguro, tais como a antiguidade do veículo e as suas características (cilindrada, marca e modelo, e outros), idade, sexo e anos de carta do titular da apólice. Para além dos “agentes” causadores da oscilação do preço...

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Reduzir despesas com automóvel

O Observador Cetelem dedicado ao Automóvel concluiu que o consumidor português está disposto a adoptar medidas que contribuam para reduzir as despesas inerentes à utilização do automóvel. Entre as mais referidas encontram-se a compra de um veículo híbrido ou eléctrico como forma de fugir ao aumento dos preços dos combustíveis (54%), o limitar as deslocações e consequentemente, o consumo de combustível (53%), proceder à manutenção do carro numa oficina de baixo custo (45%), utilizar peças sobresselentes e não da marca (40%) ou mesmo realizar pelos seus próprios meios a manutenção e as reparações de base do seu automóvel. Ao analisar a média europeia percebe-se que 56% dos consumidores prefere limitar as deslocações para reduzir o consumo de combustível, 40% escolheria peças sobresselentes alternativas e 36% optaria pela manutenção e revisão em oficinas de baixo custo. Dos europeus, os alemães encontram-se entre os que mais optariam por reduzir a utilização do automóvel por...

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Mercado de carros usados mais apetecível

Nos últimos anos, a grande maioria dos países europeus apresenta uma progressão significativa da proporção de veículos usados no total de veículos vendidos. Esta tendência reflecte, evidentemente, a mudança dos comportamentos de compra das famílias, para as quais a variável preço passou a constituir um factor-chave na aquisição de um novo veículo. Ainda assim, a evolução da relação não é uniforme em todos os países. Determinados mercados europeus dos usados sofrem a concorrência do entusiasmo recente pelos veículos de gama inferior. É o caso da Alemanha e da França. Contudo, a relação veículos novos/veículos usados não se degrada, sinal de que os usados continuam a chamar a atenção de novos compradores, provavelmente das gamas média e superior. Assim, tendo em conta que os veículos novos sujeitos a incentivos concorrem com o mercado dos usados, as empresas de aluguer alongam a duração de detenção do veículo que têm dificuldade em escoar a...

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Cálculo do Imposto Sobre Veículos

Numa altura em que as contas andam mais do que controladas, antever as despesas é uma das melhores formas de conseguir manter tudo sobre controlo e não puxar demasiado pelo orçamento mensal. A cada dia que passa os ordenados encurtam e o valor dos bens e serviços aumentam sem fim à vista. O custo de vida encareceu e há que encontrar formas de fazer face aos gastos sem “esticar a corda” em demasia. Por isso, nada melhor do que recorrer às mais diversas ferramentas e prever o que se irá o pagar naqueles produtos que vão sofrendo oscilações constantes. Uma daquelas despesas essenciais é o veículo que possuímos, porque é crucial para o nosso quotidiano, mas que acarreta uma série de pagamentos e taxas a que o proprietário do mesmo está sujeito, sobretudo no que diz respeito aos veículos usados que se importam, uma vez que é cada vez mais normal...

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Incentivo ao abate aumenta vendas em 10% nos últimos anos

A implementação de medidas de apoio aos mercados automóveis, através da estimulação à renovação dos veículos antigos pelas famílias, retomaram um pouco nos últimos anos de 2008 e 2009. Poder-se-á dizer mesmo que o efeito dos incentivos foram tanto mais intensos quanto mais alto foi o seu montante e que os construtores aderiram significativamente a esta política através de novos descontos: A redução de preços foi fundamental para a manutenção dos mercados. Deste modo, em Espanha, França, Itália e Reino Unido, as medidas de apoio à compra levaram ao aumento das compras pelas famílias em cerca de 10% em média, entre 2008 e 2009. Na Alemanha, o efeito da estimulação é ainda mais flagrante (+50% entre 2008 e 2009). É verdade que, após uma subida de 3 pontos do IVA, que fizera decair as vendas das famílias em 2007 e 2008, o incentivo providencial de 2.500€ veio, em grande medida, aliviar...

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