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	<title>Crédito Automóvel &#187; Aluguer carros</title>
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	<description>Tudo sobre as várias opções de financiamento automóvel</description>
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		<title>Crédito para carros usados</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 23:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O estado da carteira dos portugueses está a deixar poucas hipóteses de manobra, seja em que área for. Há que fazer bem as contas, pesar se é mesmo necessário avançar para cada uma das despesas que se realizam e, sobretudo, tem de ser eliminado tudo aquilo que é mais supérfluo. Por isso, aquela média que dava conta que cada português trocava de carro a cada dois anos, há muito que deixou de o ser. A nova moda em Portugal é continuar a trocar de carro, mas não de velho para novo, e sim de usado para usado.</p>
<p>A alternativa encontrada pelos portugueses para não permanecerem muito tempo com o mesmo veículo é substancialmente mais barata. Ao invés de pagar por um carro novo, que seria substituído 24 meses depois, os condutores portugueses passaram a realizar trocas quase directas, ou seja, de usado por usado. O resultado é uma diminuição de até 30 por cento no preço do automóvel, uma vez que esse é o decréscimo médio registado no valor de um carro usado no circuito comercial real (sem comissões dos concessionários) após dois anos de rodagem. Embora a poupança possa ser significativa, há sempre que ter em conta a verba a mais que o stand lhe colocará, que representa a sua comissão. Feitas as contas, um veículo com 24 meses, dependendo da utilização que teve, poderá ficar-lhe por cerca de 60/70 por cento do preço de revenda desse automóvel “novinho em folha”. Assim sendo, é clara a mais-valia económica de escolher um veículo usado em detrimento de um novo. Mas há mais a considerar.</p>
<p>Apesar de substancialmente mais acessível o preço de um usado, se tiver de recorrer ao crédito para o adquirir, o melhor é pensar bem nessa hipótese. Isto porque o crédito para veículos usados é bastante penalizador quando comparado com o financiamento dos carros novos. Uma das grandes desvantagens é a (quase) impossibilidade de pedir a antecipação final do crédito, uma vez que, caso se pretenda encurtar o tempo de contrato, a maioria das entidades obriga ao pagamento do valor em falta e uma agravante de até 10 por cento, referente à taxa de penalização.</p>
<p>Se pretender efectivamente solicitar crédito para comprar um carro usado, tenha em atenção que ao valor a pagar e aos juros, terá de adicionar os custos de inspecção, reparações, seguros e impostos. Se, ainda assim, a quantia a liquidar pelo carro for compensatória, tenha uma última cautela: faça um crédito inferior a 60 meses, pois se ultrapassar este período, irá pagar uma importância de juros “exorbitante”. Evite estes custos na sua factura, uma vez que os pode facilmente eliminar, a não ser que o seu orçamento seja muito curto.</p>
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		<title>Carsharing: um novo método de transporte</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 01:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[informação]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.ocreditoautomovel.com/wp-content/uploads/2010/03/carsharing.jpg" alt="carsharing Carsharing: um novo método de transporte" title="carsharing" width="500" height="93" class="alignleft size-full wp-image-204" /><br />
Em tempos de crise, a melhor coisa a fazer é poupar em todas as áreas que se possa. Qualquer boa forma de meter uns trocos ao bolso é bem-vinda, especialmente se o conseguirmos fazer eliminando custos que podem facilmente ser evitados. É neste conjunto de “aquilo que se pode poupar”, que entra o conceito de carsharing, uma nova forma de ter um veículo, não como proprietário, mas para usar quando se precisa dele.</p>
<p>Antes de partir para uma explicação mais concreta, é importante referir que <strong>carsharing</strong> é diferente de <strong>car sharing</strong>. Enquanto que o primeiro, aquele que aqui tratamos, é de ordem mais vinculadamente comercial, o segundo diz respeito a uma modalidade diferente, de partilha de carro entre pessoas com a mesma rota de destino, normalmente também referido como carpooling, alternando o veículo a utilizar nas sucessivas viagens, pelo automóvel de cada um dos passageiros. Esclarecida esta distinção, avançamos para o método que expomos neste texto, o carsharing, que muito simplesmente consiste em alugar um automóvel, por períodos de tempo curtos.</p>
<p>A mais recente modalidade de aluguer de carros é bem mais vantajosa do que o método tradicional. Desde logo porque é mais flexível no que diz respeito ao tempo de utilização, além de outras mais-valias que lhe estão associadas, com todos os descontos a que se tem direito, entre os quais a questão do seguro, o principal responsável pelo encarecimento do valor dos alugueres. O carsharing destina-se a todas as pessoas que estejam receptivas a uma forma inovadora e consciente de encarar mobilidade urbana.</p>
<p>O carsharing não só é bom para curtos períodos de utilização, como pode ser visto como uma forma de conduzir um veículo diferente daquele que tem diariamente em mãos. Não se refere a mostrar o carro alugado como uma forma de transparecer um status social, mas de evitar “massacrar” um automóvel em determinados percursos, quando alugar um veículo em carsharing lhe fica mais em conta, sem que coloque em “risco” o seu próprio automóvel. Porém, a partilha de carros nesta modalidade de carsharing não é só comercial. Neste caso, dificilmente lhe ficará menos dispendioso alugar um veículo do que utilizar o seu, mesmo com todo o desgaste que possa vir a ter. O facto de lhe ficar “mais em conta” é referente ao método original deste conceito de carsharing, que designava inicialmente um carro partilhado por vários utilizadores, de forma cordial, na fé da palavra, sem recurso a contratos assinados ou quaisquer outros tipos de formalidades. No fundo, várias pessoas eram donas do mesmo carro, dispondo dele mediante acordo mútuo, sem prejuízo para os demais proprietários.</p>
<p><strong>Vantagens do Carsharing:</strong><br />
• Mobilidade sustentável<br />
• Qualidade de vida<br />
• Descongestionamento na cidade<br />
• Redução de despesas<br />
• Alternativa ao transporte privado<br />
• Complementaridade com o Transporte público</p>
<p>A primeira referência a carsharing remonta a 1948, altura em que uma corporação de Zurique, na Suíça, começava a utilizar os veículos na referida óptica inicial do carsharing. Poucos anos depois, organismos públicos e grandes empresas privadas já tinha aderido a esta vantajosa forma de utilização “responsável” dos recursos automóvel. Mais tarde, em 1968, o conceito expandiu-se às bicicletas, tendo-se finalmente massificado no início dos anos 90. Actualmente, mais de 600 cidades por todo o mundo têm cidadãos que praticam o carsharing, tanto a nível comercial, como seguindo as orientações do conceito original.</p>
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		<title>Aluguer de carros: cuidados a ter</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 23:27:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aluguer carros]]></category>

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		<description><![CDATA[Nem sempre levar o nosso carro para férias é a melhor opção. Se o destino for distante, a escolha mais acertada é mesmo alugar um carro a uma empresa da especialidade. Por vezes, acabam por ser mais as vantagens do que as desvantagens, nomeadamente porque, além dos combustíveis, há que contabilizar o desgaste do carro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- BEGIN CODE NetAffiliation : http://www.netaffiliation.com/ - AutoEurope - Portugal --><br />
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<p>Nem sempre levar o nosso carro para férias é a melhor opção. Se o destino for distante, a escolha mais acertada é mesmo alugar um carro a uma empresa da especialidade. Por vezes, acabam por ser mais as vantagens do que as desvantagens, nomeadamente porque, além dos combustíveis, há que contabilizar o desgaste do carro e tudo o que pode acontecer quando nos deslocamos em viatura própria, mais ainda em locais que desconhecemos. </p>
<p>Devido ao peso dos motivos apresentados, vale (muito) a pena considerar as companhias de rent-a-car para estas ocasiões. Se, ainda por cima, está de férias, ter menos uma preocupação com um dos seus bens é, sem dúvida alguma, algo a considerar de forma séria. Para tomar a sua decisão, pese os custos que poderia ter se levasse o seu próprio automóvel e a verba que a empresa de aluguer de veículos lhe apresenta para o espaço de tempo pelo qual pretende usufruir da viatura.</p>
<p>Não obstante desta importante tarefa de colocar os custos lado-a-lado, é crucial saber que há também uma responsabilidade na hora de alugar um carro, seja para que fim for. Existem trâmites e condições a respeitar, independentemente do valor pago. Por isso, reunimos um conjunto de conselhos para que tome a melhor decisão, e alertas de alguns cuidados a ter quando se aluga um carro.<br />
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<p><span id="more-184"></span></p>
<p><strong>Antes de utilizar o veículo</strong></p>
<ul>
<li>A análise dos preços é uma tarefa essencial e, hoje em dia, ferramentas para realizar simulações é algo que não falta. Na internet, a maioria das empresas de rent-a-car dispõe de informações detalhadas sobre as sua frotas, bem como preços e condições de aluguer. Por isso, consulte atempadamente várias empresas, pese as vantagens e desvantagens de cada alternativa e decida com calma. Tenha em conta que nem sempre o mais barato representa a melhor escolha;</li>
<li>Muita atenção às condições de utilização de cada contrato. Há várias empresas que colocam normas absurdas de utilização. Há também aquelas que apresentam um negócio “fantástico”, mas isto à custa de um seguro quase inexistente. Por isso, mais vale pagar mais do que “ficar a descoberto” em caso de contrariedades;</li>
<li>Dê uma vista de olhos muito atenta ao veículo, procurando defeitos que o carro possa ter: riscos, amolgadelas, vestígios de acidentes. Sempre que detectar algum destes detalhes, informe a empresa e exija um documento que ateste a veracidade dos defeitos. Caso pretenda, o que é recomendado, recuse o automóvel e solicite outro veículo;</li>
<li>Experimente o carro. Ponha-o a trabalhar e tente perceber se há problemas com o motor para garantir que não há deficiências com este elemento do veículo. Se houver algum defeito, exija o registo do mesmo ou peça uma nova viatura;</li>
<li>Não arranque com a viatura sem pedir uma cópia do contrato com todos os termos deste, incluindo as referentes a coberturas de seguro, trâmites de sinistros, furto e assaltos;</li>
<li>Antes de sair com a viatura, verifique o estado do depósito da mesma. Ao entregar o carro, deve fazê-lo com a mesma quantidade de combustível que este tinha quando saiu da empresa para as suas mãos;</li>
</ul>
<p><strong>Enquanto utiliza o veículo</strong></p>
<ul>
<li>Nunca deixe objectos valiosos à “mão de semear”, dentro do veículo. Por vezes o ladrão pode não querer assaltar o carro para o roubar, mas objectos valiosos à vista podem levar a que o larápio parta vidros e realize outros intentos para alcançar o que se encontra dentro do veículo. E atenção, quem paga os prejuízos é sempre o locatário;</li>
<li>Esteja atento à quilometragem efectuada, porque há empresas que não oferecem um pacote ilimitado de rodagem, o que as leva a cobrar por quilómetros adicionais. Por isso, confira sempre este ponto do contrato e certifique-se do valor máximo permitido, caso este exista. Se assim for, tenha atenção aos valores para evitar uma conta maior do que o esperado;</li>
<li>Na condução, mantenha cautela quando percorre pisos ou locais sinuosos, prevenindo a indesejável projecção de gravilha, lama, areia e demais detritos. Os estragos que estes elementos possam causar poderão ser suficientes para que a empresa de rent-a-car alegue “uso indevido e/ou irresponsável de veículo”;</li>
</ul>
<p><strong>Depois de utilizar o veículo</strong></p>
<ul>
<li>Voltando ao que já tínhamos anteriormente, deixe o depósito da viatura com a mesma quantidade de combustível que este tinha quando iniciou o contrato. Não é que isto seja uma regra, mas acaba por ser uma forma de demonstrar o cuidado que tem com o veículo e a responsabilidade na utilização deste;</li>
<li>Devolva o veículo onde o recolheu. Há empresas de aluguer que não exigem que se entregue o carro no mesmo local de onde saiu, mas há outras que obrigam a fazê-lo. Informe-se qual é a forma de devolução dos serviços da empresa que contratou e respeite-a;</li>
<li>Antes de finalizar o processo de entrega do veículo, peça a cópia do contrato cumprido, verificando que este documento atesta que foi cumprida a totalidade do acordo. Nunca é demais proteger-se de eventuais cobranças posteriores. Não é normal, mas há registo de casos de empresas rent-a-car que exigiram pagamentos depois de entregue a viatura. Por isso, previna-se, e assegure a devida finalização do negócio;</li>
</ul>
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